Chespirito e Florinda no palco
RELEASE - "11 y 12"
Dois números em torno dos quais a inigualável
mente criativa de Roberto Gómez Bolaños
criou uma deliciosa comédia de situação,
cuja estrutura é elaborada para provocar verdadeiras
explosões de riso no espectador.
São cinco personagens - cinco atores em cena:
Eloy Madrazo (Chespirito), Cristina Gutiérrez
(Florinda Meza), Cristóbal Gutiérrez
(Oscar Bonfiglio), Fernando Lobo (Juian Antonio
Edwards) e
participação especial de Moises
Suárez como o Doutor Manuel Arenas.
Todo o elenco reunido na foto de divulgação
Sinopse:
Cristóbal perdeu "as duas partes mais importantes
de sua virilidade" (seus testículos!!) em
um trágico acidente. Cristina, sua esposa, uma
mulher obcecada pela beleza física, desejava
ter um filho. Surge um doutor, Manuel Arenas, que oferece
a possibilidade de um transplante para o pobre Cristóbal.
Procura-se um doador e há duas opções:
Fernando Lobo, um conquistador amigo do casal, e Eloy
Madrazo, o motorista do caminhão que atropelou
Cristóbal.
Daí se desencadeia uma série de mal entendidos
e jogos de palavras com os números 11 e 12, que
omitem a vulgaridade, sempre com um humor fino, produto
de uma mente genial com um domínio espetacular
do idioma e um conhecimento profundo da comédia
teatral.
Assim, a platéia cai na gargalhada a cada cena
de humor, vibrando com a energia que emana do palco.
O público que vai ao teatro, ansioso por disfrutar
uma boa apresentação de seus artistas
favoritos, sai de lá com todas as expectativas
superadas, o espírito exaltado, a inteligência
exercitada e o coração contente - em uma
palavra: satisfeitos.
Moises
Suárez (o Seu Cecílio) fez parte do elenco
UM FENÔMENO SEM FRONTEIRAS
Não existem fórmulas para garantir o êxito
de um projeto. No entanto, existem coisas que garantem
a aceitação popular e que, inevitavelmente,
provocam situações de "bola de neve":
crescem naturalmente e vão aumentando de volume
sem parar. Por isso, não é estranho perceber
que a obra teatral "11 y 12" é um fenômeno
de proporções espetaculares. Se somarmos
o talento criador de Roberto Gómez Bolaños,
sua imagem de ídolo por mais de quatro gerações,
a qualidade de suas obras e seus atores e personagens,
não podemos obter como resultado outra coisa
senão o êxito assegurado. Porém,
ainda para uma pessoa do nível de Chespirito,
era impossível dizer o quanto pode sobreviver
uma peça teatral nesse mundo tão complicado
das artes cênicas. Os resultados foram assustadores:
Belo cenário, não?
- Oito anos em cartaz no mesmo teatro "Libanés"
(Cidade do México).
- 2800 apresentações ininterruptas com
casa lotada.
- Mais de 100 mil quilômetros percorridos pelas
viagens com a peça pelo interior da República
Mexicana e Sul dos Estados Unidos.
- Na cidade de Querétaro, no auditório
"Josefa Ortiz de Domínguez", apenas
em dois dias mais de 14 mil pessoas assistiram ao espetáculo.
O
personagem de Chespirito,
Eloy Madrazo
- Na cidade de Toluca, no teatro "Morelos",
novamente em dois dias mais de nove mil pessoas riram
com "11 y 12".
- Seis dias de dupla apresentação com
ingressos esgotados na cidade de Tijuana, Baixa Califórnia.
- Regresso triunfal a Monterrey. Ingressos esgotados
para as quatro apresentações.
- A obra ultrapassou a marca de 3500 apresentações!
Dada a magnitude desse sucesso que "11 y 12"
provou ser, Chespirito levou o espetáculo à
maior quantidade de lugares possível, porque
para ele, sempre foi de vital importância a convivência
direta com seu público e a resposta de mesmo.
É comprovado que para a comédia de Chespirito
não existem fronteiras; é uma realidade
que seus roteiros e seus personagens fascinaram (e fascinal
até hoje) milhões e milhões de
pessoas por mais de 30 anos. "11 y 12" é
mais um dos preciosos tesouros deste grande comediante.
Chespirito fez muita gente rir e se emocionar por mais
de quatro décadas com sua sensibilidade; é
um ícone insubstituível da cultura latina
que nos identifica e nos aproxima.
Terminamos por aqui porque já são 11
e 12 da noite!